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IBGE mostra desemprego menor

Em contraposição aos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou, em agosto, uma taxa de desemprego de 5,3%.A taxa de agosto é a menor para o mês desde 2002 e representa uma queda significativa em relação ao mesmo mês de 2011, quando a taxa de desemprego ficou em 6%.

A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE não pode ser comparada ao Caged, do Ministério do Trabalho. Enquanto o Caged é um registro administrativo, que deve ser preenchido e enviado por todas as empresas do país quando ocorre movimentação de pessoal, a pesquisa do IBGE se restringe às seis regiões metropolitanas e pega, além dos trabalhadores com carteira assinada, os informais.

Pelos dados do IBGE, o contingente de desocupados no país está caindo. Ele foi estimado em 1,3 milhão de pessoas em agosto no agregado das seis regiões metropolitanas, apresentando estabilidade em relação ao mês de julho mas com queda de 10,6% em relação a agosto de 2011, o que significa menos 153 mil pessoas nessa condição. Por outro lado a população ocupada nessas cidades atingiu 23 milhões, um aumento de 1,5% em relação a agosto do ano passado, representando um adicional de 328 mil pessoas ocupadas em 12 meses.

Rendimento cresce

Mais do que os dados da ocupação, o que vem segurando a demanda e garantindo o crescimento econômico, mesmo que baixo, é o aumento do rendimento médio real dos trabalhadores. O IBGE apurou para agosto um rendimento médio de R$ 1.758,10, com aumento de 1,9% em relação a julho e de 2,3% em relação a agosto de 2011. O maior aumento no rendimento em relação a agosto de 2011 foi de 7,3%, no setor de serviços domésticos. Na classificação por categorias de ocupação, o maior aumento foi registrado nos salários de empregados com carteira assinada do setor privado (4,4%).

Na análise por regiões, não houve variação da taxa de desemprego de julho para agosto. Apenas na comparação com agosto de 2011, a taxa de desemprego caiu em Salvador (2,5 pontos percentuais) e Porto Alegre (1,7 ponto percentual). Já com relação ao rendimento médio real dos trabalhadores, os salários aumentaram, de julho para agosto no Recife (5,25%), São Paulo (3,3%), Salvador (1,5%) e Rio de Janeiro (1%). Foi registrada queda em Belo Horizonte (-0,6%) e Porto Alegre ( -0,4%).

Na comparação com agosto de 2011, o salário subiu em Recife (8,7%), São Paulo (5,7%), Belo Horizonte (5,3%) e em Porto Alegre (1,5%) e recuou nas regiões metropolitanas de Salvador (4,3%) e do Rio de Janeiro (3,7%). Em agosto último, o maior salário médio era pago aos trabalhadores de São Paulo (R$ 1.899,50), enquanto os trabalhadores do Recife recebiam o menor (R$ 1.318,40).(VC)

Ocupação

O conceito usado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de ocupação e, para ser incluído na pesquisa, o trabalhador tem que declarar que está empregado ou está procurando emprego. Se ele está numa posição passiva, ou seja, deixou de procurar emprego por algum motivo, ele sai dos dados da População Economicamente Ativa (PEA).

Fonte: Correio Braziliense

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