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Governo trabalha para garantir PIB de 4%

Para garantir um crescimento de no mínimo 4% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, como deseja a presidente Dilma Rousseff, a equipe econômica deve preparar uma série de estímulos adicionais à economia. A convicção de que novas medidas são necessárias ganha força dentro do governo. “Vamos ter de elevar a taxa de investimento em 30% ao menos, elevar o investimento público a níveis próximos a R$ 80 bilhões e ainda assim ser um tanto criativos nos estímulos domésticos”, disse uma fonte do alto escalão.

A preocupação com o investimento decorre do fato de que, no pós-crise, os gastos com Formação Bruta de Capital Fixo (FCBF) se mostraram acanhados. No terceiro trimestre de 2011, a FBCF atingiu 20% do PIB, 0,5 ponto percentual menos que no mesmo trimestre do ano anterior. “Este será um ano quente”, disse um assessor graduado, assegurando que, mesmo com os estímulos, o governo vai se esforçar para cumprir a meta cheia de superávit primário, de R$ 139,8 bilhões, num cenário de arrecadação mais fraca.

Ontem, em entrevista para jornalistas estrangeiros, o ministro da Fazenda, Guido Mantega afirmou que o país vai “repetir o desempenho do superávit primário de 2011. Isso significa que vamos continuar reduzindo as despesas de custeio e abrindo espaço para o aumento do investimento e também novas reduções da taxa de juros.” A equipe econômica trabalha com três certezas para 2012: é um ano decisivo para a queda da taxa de juros, o investimento público precisa acelerar muito e o superávit primário será cumprido integralmente.

A dúvida é como compatibilizar essas três metas. Um economista do governo sugere um caminho: “O superávit primário maior é o caminho ideal para sustentar a política de corte das taxas de juros por parte do Banco Central, o que permite a ampliação dos investimentos privados, uma vez que os juros estarão menores. Além disso, o estímulo ao setor privado será potencializado pela maior carga de investimentos públicos em estradas, aeroportos, portos e projetos do PAC”, disse.

Fonte: Valor Econômico.

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