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Analistas preveem alta de 1,2% no PIB

Resultado do 3º tri será divulgado hoje. No ano, taxa deve ficar em só 1,5%

A economia brasileira aqueceu no terceiro trimestre, se forem confirmadas hoje as estimativas dos analistas de mercado, quando o IBGE divulgar os números do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos pelo país). O avanço entre julho e setembro deve ter sido de 1,2% frente a trimestre anterior. No segundo trimestre, a expansão se limitou a um terço disso: 0,4%. A redução do IPI para compra de carros empurrou a indústria automobilística e todo o setor junto. Mas o baixo crescimento do país e a incerteza com a crise internacional devem ter derrubado, de novo, o investimento no país. Se confirmado, será o quinto recuo seguido dos investimentos.

Frente ao mesmo trimestre do ano passado, a taxa deve ter subido 1,9%. A maioria dos analistas prevê que o país vai crescer apenas 1,5% este ano.

As famílias vão continuar a manter o PIB avançando. A previsão do Itaú Unibanco é de alta de 1%, contra 0,6% de abril a junho. Segundo o economista-chefe da Convenção Corretora, Fernando Montero, o recuo em máquinas e equipamentos explica a queda do investimento.

– Existem incertezas sobre o cenário externo e também o fraco desempenho da indústria. Uma empresa não investe sem saber claramente o que vai acontecer no futuro. Depois que você inicia um investimento, dificilmente é possível voltar atrás. É um caminhão sem marcha ré.

Para Luis Otávio Leal, do Banco ABC Brasil, as exportações terão números melhores:

– No segundo trimestre, esse foi um dos fatores que puxaram o PIB para baixo. As exportações retornam um pouco para a normalidade.

O Itaú Unibanco, em seu relatório, prevê que a economia vai crescer menos no último trimestre. Sem o efeito do IPI, a indústria vai esfriar novamente.

Fonte: O Globo

 

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