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	<description>Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado do Paraná</description>
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		<title>CONAR mantém suspensa campanha da APAS contra sacolas plásticas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais uma votação por unanimidade, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) manteve, no último dia 10 de maio, a decisão de suspender a campanha publicitária da Associação Paulista de Supermercados (APAS) contra as sacolas plásticas. A sentença vale para todas as mídias, incluindo as eletrônicas como blogs, sites, rádios e TV, e publicidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais uma votação por unanimidade, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) manteve, no último dia 10 de maio, a decisão de suspender a campanha publicitária da Associação Paulista de Supermercados (APAS) contra as sacolas plásticas. A sentença vale para todas as mídias, incluindo as eletrônicas como blogs, sites, rádios e TV, e publicidade interna das lojas de supermercados.</p>
<p>A decisão ocorreu após pedido de recurso da APAS, que havia perdido em primeira instância. No julgamento, o CONAR entendeu que a campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco” deve continuar suspensa, pois é enganosa e não atende às normas éticas para apelos de sustentabilidade na publicidade, criadas pelo CONAR, uma vez que a APAS nunca apresentou estudos que comprovassem o benefício ambiental da campanha.</p>
<p>A representação no CONAR foi feita pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, baseada no &#8220;Anexo U&#8221; do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária que trata de &#8220;Apelos de Sustentabilidade&#8221; na publicidade no Brasil. Segundo Jorge Kaimoti, advogado da Plastivida, “os princípios éticos exigidos no Anexo U não foram respeitados pela campanha, intitulada Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”. Ainda segundo Kaimoti, “por meio desta iniciativa e considerando mais uma vez o resultado unânime obtido no julgamento, mostramos à sociedade que a publicidade da Apas não respeita o cidadão&#8221;.</p>
<p>A ação movida pela Plastivida procurou mostrar que o conteúdo da campanha contraria os oito itens da ética publicitária no que se refere à sustentabilidade. Durante o processo no CONAR, a APAS não apresentou qualquer dado científico que embase os apelos ambientais citados na campanha. Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, “a campanha não se mostrou verídica, não apresentou informações com exatidão e clareza, não apresentou fontes científicas para comprovar suas posições, ou seja, deixou a concretude, exigida no código, de lado&#8221;.</p>
<p>Fonte: Consumidor Moderno</p>
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		<title>Operação da fábrica de resina PET da Petrobras é adiada</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Companhia Petroquímica de Pernambuco, conhecida como Petroquímica Suape, não vai cumprir seu cronograma para colocar em operação a fábrica de PTA (ácido tereftálico purificado), matéria-prima para a produção de resina PET, que deveria entrar em operação no início deste ano. O Valor apurou que a estatal está &#8220;reformulando&#8221; importantes projetos. O complexo industrial da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Companhia Petroquímica de Pernambuco, conhecida como Petroquímica Suape, não vai cumprir seu cronograma para colocar em operação a fábrica de PTA (ácido tereftálico purificado), matéria-prima para a produção de resina PET, que deveria entrar em operação no início deste ano. O Valor apurou que a estatal está &#8220;reformulando&#8221; importantes projetos.</p>
<p>O complexo industrial da Petrobras, que está consumindo investimentos de cerca de US$ 2,5 bilhões, previa que a primeira das três unidades da petroquímica, a de PTA, começasse a funcionar entre o fim de 2011 e o início deste ano. Estimativas mais otimistas empurram o início das operações para o fim deste ano ou a partir de 2013. As outras duas fábricas &#8211; de resinas para embalagem PET e de fios têxteis &#8211; também estão em compasso de espera. &#8220;A de texturização de fios de poliéster está em operação, mas a Petrobras está comprando matéria-prima no mercado [a companhia depende de sua produção de PTA para operar a plena carga&#8221;, disse uma fonte.</p>
<p>O esperado complexo de Suape da Petrobras marcaria o início da produção nacional de PET. No entanto, quando entrar em operação, a produção não será 100% verde e amarela. Isso porque a Petrobras vai ter que importar o paraxileno, um insumo importante para produzir PTA. A estatal previa também a construção de uma unidade de paraxileno para atender sua demanda e não depender de importação. Essa fábrica seria erguida no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), mas o projeto foi abortado de vez. &#8220;O projeto original do Comperj previa a unidade de paraxileno, mas foi reformulado porque está focado no gás natural. O paraxileno é extraído de refinaria ou da nafta&#8221;, disse a mesma fonte. Procurada, a Petrobras não vai comentar o assunto.</p>
<p>Consumo de resinas PET no país teve crescimento de 2% em 2011, totalizando 572 mil toneladas</p>
<p>No Brasil, a Braskem é a única produtora de paraxileno. A capacidade é de 203 mil toneladas por ano, mas em 2011 foram produzidas 140 mil toneladas por conta, principalmente, do apagão em Camaçari (BA). Essa produção é toda destinada ao mercado externo.</p>
<p>A italiana Mossi &amp; Ghisolfi (MG) é a única fabricante de resina PET no Brasil. Sua produção também não é 100% nacional, uma vez que o grupo importa PTA para tocar sua produção. A fábrica da companhia italiana tem capacidade para 550 mil toneladas de PET e a da Petrobras, quando estiver em operação, está projetada para 450 mil toneladas/ano. A produção de PTA da estatal terá capacidade para 700 mil toneladas. A estatal destinará cerca de 400 mil toneladas de PTA para a produção de PET e outras 200 mil toneladas para os fios de poliéster.</p>
<p>Nos últimos dez anos, o mercado de PET tem crescido 8% ao ano &#8211; nos últimos cinco a expansão foi de 6,5% ao ano. &#8220;Tem espaço para crescer ainda&#8221;, disse ao Valor o presidente da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), Auri Marçon. Em 2011, contudo, o setor apresentou uma desaceleração e teve incremento de apenas 2% &#8211; com consumo aparente (produção interna mais importações, menos exportações) de 572 mil toneladas no ano passado.</p>
<p>A expectativa da Abipet é de que a capacidade de produção de resina PET atinja cerca de 1 milhão de toneladas em 2014, considerando os dois complexos industriais em operação &#8211; M&amp;G e Petrobras. Esse mercado tem crescimento garantido, de acordo com o aumento do consumo da população. Cerca de 90% das resinas PET são destinadas para a produção garrafas plásticas consumidas pelas indústrias de bebidas.</p>
<p>O crescimento menor desse setor no ano passado foi atribuído, em parte, ao apagão que ocorreu na região Nordeste no primeiro trimestre. A fábrica da M&amp;G teve paradas por conta disso. &#8220;O que preocupa é a importação de pré-forma de PET [produto intermediário para a produção da resina&#8221;, afirmou Marçon. No ano passado, a importação atingiu 104 mil toneladas, o mesmo volume do ano anterior.</p>
<p>O Brasil é um dos países com maior potencial de crescimento no segmento de resinas PET. O consumo per capita no país é de 2,7 quilos. Nos EUA e países europeus atinge 8 quilos. No México, está em 7,3 quilos.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Alta do dólar pressiona custos de setores da indústria</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Demanda fraca impede indústrias que usam matérias-primas cotadas em dólar de repassar alta de custos para os preços A alta do câmbio dos últimos meses, que só em maio se valorizou 4,25% em relação ao real, deixou as indústrias que usam matérias-primas cotadas em dólar numa saia-justa. Ao mesmo tempo que essas empresas são forçadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demanda fraca impede indústrias que usam matérias-primas cotadas em dólar de repassar alta de custos para os preços</p>
<p>A alta do câmbio dos últimos meses, que só em maio se valorizou 4,25% em relação ao real, deixou as indústrias que usam matérias-primas cotadas em dólar numa saia-justa. Ao mesmo tempo que essas empresas são forçadas a aceitar os aumentos de preços em reais dos insumos por causa da elevação do câmbio, elas não conseguem passar essa elevação de custos para os seus preços por causa do enfraquecimento da demanda. “Somos o recheio do sanduíche”, compara o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), José Ricardo Roriz Coelho, sobre a situação dos transformadores de resinas plásticas em produtos acabados.</p>
<p>Ele explica que o setor sofre pressões de dois lados. Nos últimos dois meses, os preços das resinas plásticas em reais subiram entre 7% e 12%, dependendo do tipo de produto. A elevação de preço é resultado do aumento do câmbio e do preço do petróleo no mercado internacional, que é a base da resina. A resina plástica representa cerca de 60% do custo total de um produto de plástico. O repasse desse aumento de custo da resina para o preço final do produto transformado, por sua vez, está difícil por causa da demanda fraca. Só no primeiro trimestre, as vendas de produtos transformados de plástico, isto é de embalagens até itens que integram eletroeletrônicos, como gabinetes plásticos, por exemplo, caíram 6% em relação a igual período de 2011, diz Coelho. Aço. A história se repete com outros setores da indústria. “Nos últimos 30 dias, os preços do aço em reais aumentaram 5%”, conta o vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), César Prata. Ele explica que o aumento reflete a alta do câmbio e o impacto da elevação do minério de ferro, matéria &#8211; prima básica cotada em dólar e básica para a siderurgia. “Não conseguimos repassar essa altade custo de matéria-prima para as máquinas porque sofremos concorrência direta das máquinas importadas”, conta Prata. Com a crise no mercado internacional, os preços em dólar das máquinas caíram entre 20% e 30%. “Boicotados pela Ásia, os fabricantes europeus procuram vender seus produtos no Brasil, mesmo com um Imposto de Importação de 14% sobre os produtos”, explica o vice-presidente da Abimaq.</p>
<p>Os fabricantes de caixas de papelão enfrentam problema semelhante às indústrias transformadoras de resinas plásticas e às demáquinas. Roberto Silva, sócio diretor da Anhembi Embalagens, que produz caixas de papelão para a indústria de alimentos e cosméticos, diz que o preço do papelão em reais subiu 8% em abril por causa do dólar e da cotação da celulose no exterior. “Estamos repassando essa alta para o preço da caixa com muito sacrifício. Não está fácil”, diz ele. A alternativa tem sido parcelar reajustes e buscar novos clientes que aceitem os aumentos.</p>
<p>Fonte: O Estado de São Paulo</p>
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		<title>Avançam planos para etanol celulósico no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em meio aos altos e baixos da indústria do etanol no Brasil &#8211; e recentemente têm havido muitos -, Vasco Dias está otimista. O presidente-executivo da Raízen, uma joint venture entre a Royal Dutch Shell e a Cosan, a maior exportadora de açúcar e etanol do país, acaba de pedir ao seu conselho de administração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio aos altos e baixos da indústria do etanol no Brasil &#8211; e recentemente têm havido muitos -, Vasco Dias está otimista. O presidente-executivo da Raízen, uma joint venture entre a Royal Dutch Shell e a Cosan, a maior exportadora de açúcar e etanol do país, acaba de pedir ao seu conselho de administração que aprove um projeto que poderá transformar a indústria energética global.</p>
<p>Após anos de pesquisas com os parceiros Codexis, da Califórnia, e Iogen, do Canadá, sobre o etanol celulósico &#8211; combustível produzido a partir do bagaço, folhas, cascas e outros resíduos da produção de cana-de-açúcar -, ele está propondo ao conselho que a Raízen instale uma unidade no Brasilpara produzi-lo em escala industrial. Com capacidade de aproximadamente 37,8 milhões de litros por ano, ela seria uma das primeiras do tipo no mundo.</p>
<p>&#8220;Esta é a solução mais limpa possível: pegar refugos e transformá-los em combustível&#8221;, diz Dias. &#8220;Assim que alguém fizer isso, a coisa vai explodir&#8221;, avalia. A comercialização plena do etanolcelulósico vai demorar alguns anos e enfrenta muitos desafios. Mas sua promessa de dobrar a produtividade dos produtores brasileiros de etanol de cana-de-açúcar é mais um sinal positivo em um setor cujo potencial de gerar energia limpa abundante &#8211; além de plásticos, lubrificantes e outros produtos feitos de materiais renováveis &#8211; é virtualmente impossível de ser equiparado por qualquer outra fonte de combustíveis.</p>
<p>Com a suspensão pelos Estados Unidos, em dezembro de 2011, de tarifas de importação sobre o etanol impostas há décadas, o Brasil passou a ter livre acesso ao gigantesco mercado americano &#8211; sem contar a União Europeia, que prometeu se mexer para aumentar a proporção de combustíveis limpos na gasolina para 10% até 2020. O momento que as indústrias brasileiras sempre esperaram parece finalmente ter chegado.</p>
<p>Para a presidente Dilma Rousseff, o etanol continua sendo uma área em que o Brasil tem clara vantagem sobre outros mercados emergentes. Com a nação se preparando para hospedar a conferência global sobre o meio ambiente (Rio+20), no mês que vem, o setor reforça a ficha invejável do Brasil em fontes renováveis, que respondem por quase metade da energia que o país consome.</p>
<p>O etanol poderá muito bem ser o combustível do futuro, mas a questão é como realizar essa promessa. &#8220;Qualquer cálculo preliminar indica que seria possível triplicar a produção com as terras disponíveis no país&#8221;, afirma José Goldenberg, especialista em questões ambientais. &#8220;Isso não substituiria a produção de gasolina, mas provocaria uma queda nela. Este é o potencial, mas ele ainda não está se concretizando&#8221;, diz.</p>
<p>O domínio que o Brasil exerce sobre o comércio de açúcar é um exemplo de seu poder agrícola. O país é o maior produtor e exportador, com o controle de 50% do mercado mundial. Também possui terras suficientes para que a produção da cana forneça o equivalente a um quinto do combustível usado hoje pelos automóveis no mundo, segundo a Unica, associação da indústria no país. Em 2008, o valor do setor estava estimado em 2% do PIB brasileiro. Hoje, está avaliado em cerca de US$ 50 bilhões. Atualmente, o país produz 30% do etanol mundial, perdendo para os EUA, com 58%</p>
<p>O uso do etanol noBrasil decolou depois de 2003 quando os automóveis flex foram introduzidos. Em 2010, 80% dos veículos novos usavam a tecnologia. &#8220;O crescimento econômico e o aumento das vendas dos carros flex estão motivando a expansão contínua do mercado de açúcar e etanol no país&#8221;, comenta Marianna Waltz, analista da agência Moody&#8221;s Investors Service.</p>
<p>Apesar das preocupações persistentes com o uso do fogo pelos produtores na colheita da cana e com o desmatamento de novas áreas, o etanol é considerado um dos combustíveis mais limpos em termos de emissão de gases de efeito estufa. &#8220;O desempenho do combustível é bastante alto e muito melhor que o etanol de milho&#8221;, diz Melinda Kimble, especialista em biocombustíveis da UM Foundation, grupo que apoia o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Um estudo feito pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA constatou que o etanol de milho gera emissões que vão de 48% menos a 5% mais que a gasolina. A redução média das emissões do combustível brasileiro é de 61%.</p>
<p>Os EUA, maior mercado de combustíveis do mundo, é o alvo dos exportadores brasileiros. O Renewable Fuel Standard (RFS), obriga as refinarias de gasolina e diesel a misturar 7,56 bilhões de litros de &#8220;biocombustível avançado&#8221; em sua produção, categoria que inclui o etanol brasileiro mas exclui o americano. Esse volume é equivalente a apenas 1,2% do mercado americano de combustíveis para transporte rodoviário. Mas a Agência de Proteção Ambiental tem planos de triplicar a exigência até 2015, para 20,8 bilhões de litros, e chegar aos 79,38 bilhões de litros em 2022.</p>
<p>Porém, o problema que os produtores brasileiros e americanos de etanol enfrentam é a &#8220;muralha da mistura&#8221; &#8211; um limite à proporção do biocombustível que pode ser misturado ao combustível para transporte rodoviário nos EUA. Lá, há um conflito entre dois conjuntos de regras. Enquanto o RFS está propondo o aumento do uso dos biocombustíveis, as regras sobre a qualidade dos combustíveis impõem um teto de 10%, criando uma mistura conhecida como E10. Já há mais etanol entrando nos EUA que pode ser usado sob o limite E10, e o país começa a exportar parte de seu excesso, inclusive para o Brasil.</p>
<p>Em uma situação &#8220;meio que perversa&#8221;, segundo Bob Dinneen, presidente da RFA, os EUA estão importando volumes crescentes de etanol brasileiro, exportando ao mesmo tempo volumes crescentes de sua própria produção para países como o Canadá e o Reino Unido. A solução seria passar para o E15 &#8211; uma mistura com 15% de etanol que a Agência de Proteção Ambiental aprovou, em princípio, para veículos produzidos desde 2001. Mas a disseminação será lenta, em meio à resistência de alguns Estados americanos produtores de petróleo, varejistas de combustíveis que reclamam de despesas maiores e da complexidade do setor de gasolina nos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fatia de importados vai a 22,2%, novo recorde</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com exceção do ano de 2009, o índice de participação de importados no mercado brasileiro sobe desde 2003, segundo pesquisa CNI-Funcex A participação dos produtos importados no mercado brasileiro de bens industriais atingiu 22,2% no acumulado dos 12 meses encerrados em março deste ano. Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com exceção do ano de 2009, o índice de participação de importados no mercado brasileiro sobe desde 2003, segundo pesquisa CNI-Funcex</p>
<p>A participação dos produtos importados no mercado brasileiro de bens industriais atingiu 22,2% no acumulado dos 12 meses encerrados em março deste ano. Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o novo patamar é recorde para a série histórica iniciada em 1996. O coeficiente de penetração de importações considera tanto o consumo final das pessoas quanto o de insumos pela indústria.</p>
<p>O coeficiente de penetração das importações está 0,3 ponto porcentual acima do recorde anterior, de 21,9%, no último trimestre de 2011. Segundo a pesquisa, realizada pela CNI em parceria com a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), com exceção do ano de 2009, o índice de participação de produtos importados no mercado brasileiro sobe desde 2003 e acumula crescimento superior a 10 pontos porcentuais.</p>
<p>Já o coeficiente de participação das exportações, que mostra a evolução da proporção das vendas externas no valor da produção industrial, atingiu 18,1% no acumulado dos 12 meses encerrados em março. Foi um aumento de 0,2 ponto porcentual ante o registrado no fim de 2011. Mesmo assim, o índice está abaixo do teto histórico, de 20,4%, em 2006.</p>
<p>O economista da CNI, Marcelo Azevedo, disse que ainda será necessário um período mais longo com o dólar estável, e no atual patamar de R$ 2, para que a indústria passe a substituir os insumos importados por matéria-prima nacional. Segundo ele, a mudança exigiria novos investimentos. No entender de Azevedo, o câmbio não é o único fator que retira competitividade das empresas brasileiras.</p>
<p>Setores. Na indústria de transformação, a participação de insumos importados na produção dobrou em uma década, atingindo também valor recorde. Passou de 10,5%, em 2002, para 21,1% no acumulado em 12 meses até março deste ano. O setor que mais chamou atenção foi o de vestuário, cuja penetração de importados subiu de 10,6% em 12 meses até dezembro de 2011 para 12% até março deste ano. No final de 2010, era de 7,4% a participação dos importados no consumo doméstico no setor de vestuário.</p>
<p>Por outro lado, também permaneceu até o final do primeiro trimestre deste ano a tendência de aumento das exportações na participação no valor da produção industrial. Foi de 18,1% no acumulado em 12 meses até março. Na indústria de transformação, foi de 15,2% e na indústria extrativa alcançou 72,3% no período. &#8220;As exportações estão ganhando importância. Esta é a tendência recente&#8221;, afirmou Azevedo.</p>
<p>Fonte: O Estado de São Paulo</p>
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		<title>Criação de empregos é a menor em três anos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abertura de vagas em abril recuou 20,3%, para 216 mil. Crise na indústria influencia resultado O país criou no mês passado 216.974 empregos com carteira assinada &#8211; o pior desempenho desde abril de 2009, que foi de 106.205. Naquela época, a crise financeira internacional fazia estragos no mercado de trabalho formal brasileiro. Em relação ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abertura de vagas em abril recuou 20,3%, para 216 mil. Crise na indústria influencia resultado</p>
<p>O país criou no mês passado 216.974 empregos com carteira assinada &#8211; o pior desempenho desde abril de 2009, que foi de 106.205. Naquela época, a crise financeira internacional fazia estragos no mercado de trabalho formal brasileiro. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma queda de 20,3%, quando foram abertas 272.225 vagas. No quadrimestre, foram gerados 216.974 postos, contra 797.790, entre janeiro e abril de 2011 &#8211; o que revela a forte desaceleração nas contratações formais.</p>
<p>A desaceleração continua atingindo em cheio a indústria, que registrou saldo de 30.318 postos e ficou em quarto lugar em números absolutos de geração de empregos, com resultados negativos nos subsetores de metalurgia e material de transporte. Em abril do ano passado, o setor tinha contribuído com saldo de 51.313.</p>
<p>Setor de serviços liderou a abertura de vagas em abril</p>
<p>Em primeiro lugar, ficou o setor de serviços, que respondeu por 82. 875 empregos, mas com desempenho inferior ao verificado em igual período de 2011, que foi de 114.439 postos. O mesmo aconteceu com o ramo do comércio, que abriu no mês passado 33.7904 vagas.</p>
<p>A exceção foi a construção civil, que respondeu por 40.606 contratações &#8211; alta de 35,9% sobre o resultado obtido em abril do ano passado. A agricultura também inverteu o saldo negativo de março e virou abril com resultado positivo de 21.916 postos.</p>
<p>São Paulo foi o estado que mais contratou</p>
<p>Segundo o Caged, a região Nordeste eliminou 4.924 postos, devido ao fechamento de postos nos estados de Alagoas, Sergipe, Pernambuco e do Rio Grande do Norte, devido principalmente a fatores sazonais ligados às atividades sucroalcooleiras. Embora o Norte tenha ficado com saldo positivo de 4.097, houve a eliminação de 3.313 vagas em Rondônia (onde houve demissões na usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira).</p>
<p>O Sudeste teve o melhor desempenho com 142.612 empregos, influenciado por São Paulo, o estado que mais contratou, com saldo de 85.346. Minas Gerais ficou em segundo lugar, com 28.886 e o Rio, em quarto, com 18.541, atrás do Paraná.</p>
<p>De acordo com o levantamento do Ministério do Trabalho, as maiores oportunidades de emprego do mês passado foram ofertadas no interior dos grandes aglomerados urbanos, principalmente São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Essas localidades responderam por 107.835 do total de contratações.</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
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		<title>Portaria isenta produtos para Rio+20</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os produtos importados para a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) terão isenção de quatro tributos federais. Não haverá cobrança do Imposto de Importação, PIS e Cofins e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Na última semana, o Estado do Rio de Janeiro, que sediará o evento em junho, também determinou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os produtos importados para a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) terão isenção de quatro tributos federais. Não haverá cobrança do Imposto de Importação, PIS e Cofins e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).</p>
<p>Na última semana, o Estado do Rio de Janeiro, que sediará o evento em junho, também determinou a isenção de ICMS para as mercadorias importadas.</p>
<p>A concessão de benefício fiscal para mercadorias destinadas a eventos internacionais já é prevista na legislação brasileira. De acordo com Instrução Normativa (IN) nº 1.269, publicada ontem pela Receita Federal, estarão isentos produtos de promoção ou degustação, para montagem ou conservação de estandes e para demonstração de equipamentos em exposição.</p>
<p>As mercadorias para montagem de estandes que possam ser reaproveitadas após o evento, porém, não terão direito à isenção. &#8220;Essa é a maneira de evitar que empresas maquiem importações&#8221;, diz o advogado Diego Miguita, do escritório Vaz, Barreto, Shingaki &amp; Oioli Advogados.</p>
<p>Além de ministérios e missões diplomáticas, empresas credenciadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) ou contratadas para liberar mercadorias nos portos e aeroportos terão direito ao benefício fiscal. De acordo com a IN, a isenção também poderá ser aplicada em eventos associados à Rio+20 que ocorrerem em outras cidades.</p>
<p>Ficam ainda suspensas da cobrança dos tributos federais bens importados sob o regime de admissão temporária. São produtos trazidos na bagagem pelos participantes do evento e outros equipamentos de apoio logístico, como veículos, além de armas e munições de seguranças.</p>
<p>Segundo o advogado Marcelo Jabour, diretor da Lex Legis Consultoria Tributária, a isenção de impostos valerá 30 dias antes de começar o evento e até 90 dias após seu término. Depois disso, os bens devem sair do país. &#8220;Caso contrário, os tributos serão exigidos do visitante&#8221;, diz Jabour. A Rio+ 20 será realizada entre 13 e 22 de junho.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Queda na produção aponta para &#8216;frenazo&#8217; da economia argentina</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 19:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A economia argentina já evidencia uma freada brusca, ou &#8220;frenazo&#8221;, como se diz no país, segundo dados de fontes independentes que mediram a atividade nos primeiros quatro meses do ano. O ritmo do PIB do país, que sustentou uma taxa de crescimento de 7% em 2011 (ou 9%, segundo dados oficiais), poderá ficar entre zero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A economia argentina já evidencia uma freada brusca, ou &#8220;frenazo&#8221;, como se diz no país, segundo dados de fontes independentes que mediram a atividade nos primeiros quatro meses do ano. O ritmo do PIB do país, que sustentou uma taxa de crescimento de 7% em 2011 (ou 9%, segundo dados oficiais), poderá ficar entre zero e 2% em 2012, ante as previsões feitas em novembro que arriscavam até 5% de expansão.</p>
<p>A Argentina desacelerou por dois fatores: o desaquecimento do mercado brasileiro, que diminuiu a demanda por produtos industrializados argentinos, e as barreiras ao câmbio e às importações que se intensificaram entre novembro e fevereiro. Esta última variável é a que está agindo com mais força. Há uma escassez de insumos para a indústria.</p>
<p>&#8220;Se descontarmos as importações de energia, a situação no primeiro quadrimestre projeta uma queda de 10% nas compras de bens acabados, matérias-primas e bens intermediários. Caso o governo não flexibilize o regime, a produção irá se deprimir até uma variação zero do PIB em 2012&#8243;, disse Jorge Vasconcellos, vice-presidente do Ieral, um instituto de pesquisas da Fundação Mediterrânea, organização mantida por cerca de 400 indústrias em Córdoba, principal polo automotivo do país.</p>
<p>Na hipótese de o governo da presidente Cristina Kirchner soltar as rédeas da importação e se contentar com um superávit comercial semelhante ao do ano passado, da ordem de US$ 10 bilhões, o crescimento poderá ir a 2%, segundo Vasconcellos.</p>
<p>&#8220;É o cenário mais provável, uma vez que o resultado comercial obtido até agora, projetado para o fim do ano, proporcionaria um saldo de US$ 14 bilhões, o que está acima da necessidade de financiamento do governo. Mas uma recuperação das importações no segundo semestre não compensaria totalmente a desaceleração que ocorreu até agora&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo uma estimativa do próprio governo argentino, 97% das indústrias do país utilizam insumos importados. No caso da indústria da construção civil, as vendas de materiais como cimento, esquadrias e telhas mostraram recuo nos últimos meses em razão dos controles cambiais.</p>
<p>Quase todas as transações imobiliárias no país são dolarizadas. Como desde 1° de novembro há grande dificuldade de pessoas físicas em adquirirem a moeda pelo câmbio oficial, as transações no setor diminuem.</p>
<p>Em Córdoba, é grande o receio de que a liberalização das importações não seja suficiente para a retomada do ritmo. Ontem, sete indústrias de autopeças ingressaram com um &#8220;procedimento preventivo de crise&#8221;, uma exigência legal na Argentina para empresas que têm interesse em fazer demissões em massa em razão de dificuldades econômicas. Após o procedimento, as empresas têm 30 dias para tentar uma solução negociada com governos e sindicatos.</p>
<p>&#8220;O que nos preocupa é que são sete empresas de segmentos diferentes do mercado, ou seja, não é algo pontual&#8221;, disse Ruben Urbano, secretário-adjunto em Córdoba da UOM, o sindicato nacional dos metalúrgicos na Argentina. &#8220;A grande razão é que o Brasil não está comprando mais. É parecido com o que aconteceu no fim de 2008. Mas naquela época o governo agiu, dando incentivos&#8221;, disse.</p>
<p>Um traço de muitas empresas afetadas é que são fornecedoras da Fiat, que é de todas as montadoras argentinas a que tem a produção mais integrada com o Brasil. Segundo dados da Adefa, a associação patronal do setor no país, enquanto a produção automotiva na Argentina recuou 5,7% no primeiro quadrimestre, na Fiat a queda foi de 31,4%. A montadora justifica a retração alegando a existência de altos estoques no Brasil e a dificuldade de liberar componentes importados para a fabricação do Palio, um dos principais modelos.</p>
<p>De acordo com dados da brasileira Anfavea, por sinal comandada pelo presidente da Fiat para América Latina, o brasileiro Cledorvino Bellini, a produção de automóveis no Brasil caiu 10,1% entre janeiro e abril e os licenciamentos, considerando nacionais e importados, recuaram 3,4%.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Abiplast rebate Mantega sobre desindustrialização</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>WBC</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplast), Ricardo Roriz, rebateu nesta sexta-feira a declaração do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que surpreendeu uma plateia de empresários durante seminário ao afirmar que não há desindustrialização no Brasil. Para o executivo, o ministro conhece &#8220;muito bem&#8221; a participação da indústria no Produto Interno Bruto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Plástico (Abiplast), Ricardo Roriz, rebateu nesta sexta-feira a declaração do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que surpreendeu uma plateia de empresários durante seminário ao afirmar que não há desindustrialização no Brasil. Para o executivo, o ministro conhece &#8220;muito bem&#8221; a participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que, em 1985, respondia por quase 40% e atualmente tem uma fatia de apenas 14,6%.</p>
<p>&#8220;Se a indústria diminuiu de tamanho na proporção do PIB é porque houve desindustrialização&#8221;, disse o presidente da Abiplast. &#8220;É lógico que o governo não quer ser taxado como aquele do período em que a indústria perdeu participação no PIB. Mas o ministro conhece bem os números&#8221;, completou Roriz.</p>
<p>Para o executivo da Abiplast, é natural a ocorrência do processo de desindustrialização na medida em que o PIB vai crescendo, a renda da população vai aumentando e as pessoas vão tendo mais disponibilidade financeira para usar serviços. &#8220;Então, naturalmente os serviços vão aumentando ao longo do tempo, mas o problema é que a desindustrialização no Brasil está ocorrendo muito rápido&#8221;, lamentou Roriz, ressaltando o poder de alavancagem do setor. &#8220;Para cada R$ 1,00 que a indústria gera, ela cria R$ 2,20 aos outros setores&#8221;, disse.</p>
<p>De acordo com o presidente da Abiplast, no atual estágio da economia brasileira, é a indústria que dinamiza o crescimento da economia. &#8220;2011 foi um ano que todo mundo achou maravilhoso. O comércio estava adorando porque estava vendendo produtos importados e nacionais, os serviços estavam uma maravilha tanto que a inflação de serviços cresceu e o governo com a popularidade lá em cima. Todos os setores estavam satisfeitos. Então, por que o Brasil só cresceu 2,7%? Porque a indústria só cresceu 0,3%.&#8221;</p>
<p>Fonte: Agência de notícias</p>
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		<title>Lucro da Braskem recua 50% no primeiro trimestre de 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:01:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Braskem divulgou nesta quinta-feira (9) que obteve lucro líquido de R$ 152 milhões nos três primeiros meses deste ano, um recuo de 50%&#8230; A Braskem divulgou nesta quinta-feira (9) que obteve lucro líquido de R$ 152 milhões nos três primeiros meses deste ano, um recuo de 50% na comparação com o mesmo período do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Braskem divulgou nesta quinta-feira (9) que obteve lucro líquido de R$ 152 milhões nos três primeiros meses deste ano, um recuo de 50%&#8230;</p>
<p>A Braskem divulgou nesta quinta-feira (9) que obteve lucro líquido de R$ 152 milhões nos três primeiros meses deste ano, um recuo de 50% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o presidente da empresa, Carlos Fadigas esse resultado é o resultado das margens ainda deprimidas em consequência da restrição da demanda por conta da baixa atividade econômica, especialmente nos países desenvolvidos, aliada à elevação dos preços das matérias-primas, com destaque para a nafta.</p>
<p>A receita líquida consolidada da Braskem atingiu R$ 8,2 bilhões no primeiro trimestre, que representam um recuo de 5% em relação ao trimestre anterior. O aumento das vendas e a variação positiva nos preços médios em dólares foram compensados pela redução da revenda de nafta. Na comparação com o mesmo período de 2011, a receita líquida teve aumento de 11%, influenciada também pela apreciação média do dólar em 6% no período.</p>
<p>O EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado no 1T12 foi de R$ 787 milhões, 10% superior ao apresentado no 4T11. Esse montante reflete o efeito não recorrente do reconhecimento da indenização prevista em um contrato de fornecimento de matéria-prima, que afetou positivamente o resultado em R$ 236 milhões, esse valor refere-se a uma multa que a empresa tem a receber em função do fechamento de uma refinaria que fornecia matéria prima para a empresa nos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com a empresa, o maior volume de vendas não foi suficiente para compensar a contração da margem de contribuição, que seguiu em linha com a trajetória dos spreads de resinas termoplásticas e dos principais petroquímicos básicos no mercado internacional, que apresentaram queda em torno de 11% e 6%, respectivamente.</p>
<p>Em relação ao 1T11, o EBITDA registrou queda de 14% em reais e 20% em dólares. O crescimento do volume de vendas e a apreciação do dólar em 6% no período não foram suficientes para anular a redução dos spreads de resinas termoplásticas e petroquímicos básicos, que apresentaram queda de 31% e 22% entre os períodos.</p>
<p>A Braskem realizou investimentos operacionais que totalizaram R$ 700 milhões no 1T12. Desse total, cerca de R$ 350 milhões, ou 50%, foram direcionados para projetos de aumento de capacidade, como a expansão da planta de PVC em Alagoas, a nova planta de butadieno em Triunfo e o projeto Etileno XXI, no México.</p>
<p>Fonte: DCI</p>
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